• O Design e a identidade visual da marca

    O Design e a identidade visual da marca

    Uma marca é composta por muito mais que um logo, uma marca é formada por dezenas de elementos. O todo que compõe uma marca vai muito além do trabalho do designer, mas a atuação do mesmo é essencial para todo o processo de criação e manutenção da marca.
    A marca não é apenas um símbolo, a marca é o todo que identifica uma empresa perante seus clientes. Segundo Marty Neumeier (The Brand Gap)
    Uma marca é a intuição que uma pessoa tem sobre um produto, serviço ou empresa.
    Ou seja, a marca é aquilo que as pessoas tem em mente sobre uma empresa, instituição, produto, etc. O design trabalha principalmente no desenvolvimento de estratégias visuais para transmitir a filosofia empresarial, mas a marca vai muito além disso.
    A identidade Visual da empresa é o rosto perante os consumidores. Uma boa Identidade Visual é capaz de transmitir de forma clara e rápida a filosofia institucional da empresa, não precisando para isso, no entanto, mostrar o que a empresa desenvolve (a Apple não vende maças mordidas).
    Uma marca é composta por diversos pontos de contato, “cada ponto de contato é uma oportunidade para aumentar a consciência de marca e promover a fidelidade do cliente (WHEELER, 2012)”. Blogs, mídias sociais, networking, produtos, sites, publicidade, palestras, funcionários, etc, quanto mais pontos de contato a marca tiver, mais sólida e reconhecida ela será.
    Em média, a cada dia somos expostos a 6 mil anúncios (marcas, produtos, instituições, etc), por ano, são 25 mil produtos (DAVIS apud WHEELER), se destacar neste meio, se fazer reconhecido, e acima de tudo, transmitir segurança e envolver o cliente é que qualquer marca de sucesso busca, é aqui que entra o design de Identidade da Marca.
    A Identidade da marca é tudo aquilo que identifica a empresa. Não apenas a identidade visual, mas todo o contexto. A imagem abaixo e a frase “Abra a felicidade”, embora não tenham nenhuma relação óbvia entre sí, foram trabalhadas de tal forma, que qualquer pessoa as associa a mesma empresa:
    O design atua na diferenciação dos produtos e incorporação de conceitos intangíveis, possibilitando que a marca carregue uma série de mensagens. São estas mensagens que garantem a marca solidez no mercado e segurança perante seus clientes.

    O Google anunciou o lançamento de um serviço de chamadas para celulares e telefones fixos parecido com o do Skype.


    A nova função está integrada ao Hangouts, aplicativo de bate-papo do Google, e permite que ligações locais sejam feitas gratuitamente nos Estados Unidos e no Canadá.
    No Brasil, a ligação não é gratuita, mas ao menos as taxas das chamadas são baixas e não dependem das operadoras de telefonia. Ligações feitas do Brasil para os Estados Unidos, por exemplo, custam apenas 1 centavo de dólar por minuto (aproximadamente 2,3 centavos de real).
    O interessante é que esse também é o preço para realizar chamadas no Hangouts dentro do Brasil, para qualquer telefone fixo. Em ligações para celulares de qualquer lugar do Brasil a taxa sobe para 6 centavos de dólar por minuto (aproximadamente 14 centavos de real).
    Confira a lista completa de taxas clicando aqui.
    Assim como no Skype, para utilizar o serviço de ligação telefônica é preciso que o usuário possua créditos e esteja conectado à internet. No entanto, a pessoa para quem ele ligar não precisa estar conectada à web para receber a ligação.
    Para comprar os créditos, o usuário precisa possuir contas no Google Voice e na Google Wallet. O passo a passo da compra pode ser conferido neste link.
    O novo serviço está disponível apenas para dispositivos com sistema iOS. Usuário de aparelhos com Android terão que esperar o Hangouts atualizar para a versão 2.3 (no momento, ele está na versão 2.1.3).
    Além disso, após a atualização, os usuários do Android deverão instalar o Discador do Hangoutsem seus aparelhos.
    Além do novo serviço de ligações telefônicas, o Hangouts também possui ferramentas gratuitas para troca de mensagens de texto, envio de imagens, compartilhamento de geolocalização e até chats em vídeo — desde que o aparelho esteja conectado à internet.
    Fonte: http://goo.gl/ipklsb.

    55% dos internautas acessam o banco pelo smartphone


    Rapidez e facilidade são os pontos fortes para uso dos aplicativos móveis, 72,8% acessam a conta pela internet.
    O acesso ao banco via internet já faz parte da rotina de 72,8% dos internautas brasileiros com conta bancária. Deste universo, 55% acessam a sua conta por meio do smartphone, de acordo com uma pesquisa da Opinion Box, em parceria com o Mobile Time. A rapidez e a facilidade foram apontadas como pontos fortes para o uso dos aplicativos móveis.
    A praticidade foi citada por 93,3% dos entrevistados como motivação para o uso da plataforma, 72% priorizaram a agilidade e 49,2% destacaram a facilidade das operações. Ainda 21,8% apontaram a segurança, os outros 5,2% citaram razões diversas. Apesar de ser uma plataforma mobile, a maior parte dos acessos acontece quando a pessoa está em locais onde poderia optar pelo uso do desktop, 86,6% acessam de casa e 69,6% do trabalho, 46% utilizam na rua e 2,2% em outros lugares.
    As principais operações realizadas por meio do mobile banking são as consultas de saldo e de extrato – 99,4% dos usuários já utilizaram estes serviços. O pagamento de contas aparece na sequência, com 66,3% de adesão e as transferências ocupam o terceiro lugar em popularidade, com 54,9%. Os investimentos são mais tímidos e já são uma prática comum para 13,4% dos usuários das plataformas mobile de bancos.
    Fonte: http://goo.gl/WajUYO.

    4 passos do Google para uma marca fazer sucesso no YouTube


    Alexandra Varassin, Brand Solutions do gigante das buscas, elencou requisitos para uma marca ser bem sucedida no site de vídeos.
    Alexandra Varassin, Brand Solutions do Google, elencou o que, na opinião do próprio gigante das buscas, são os quatro passos para uma marca ser bem sucedida no YouTube.
    A explicação foi dada durante evento promovido pelo Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB Brasil), em São Paulo.
    Segundo Alexandra, primeiramente é preciso definir sua vocação como marca. “O YouTube mapeou três grandes temas que as pessoas se engajam mais”, diz.
    A profissional cita o entretenimento, a educação e a utilidade como pilares motivadores de engajamento e componentes do que será a vocação da marca.
    Segundo a profissional, qualquer vídeo de sucesso da plataforma se adequa a pelo menos um destes três grandes temas.
    Para ilustrar, no campo do entretenimento podemos pensar no Porta dos Fundos.
    Já como Educação, vale acessar o Manual do Mundo. Quando o assunto for utilidade, pense nas vlogueiras do mundo da maquiagem, como Camila Coelho.
    Mas e as marcas? Alexandra cita o exemplo de Volvo para reforçar o tema de aptidão da empresa.
    “A Volvo descobriu sua vocação: entreter as pessoas”, explica. “Quando a gente pensa em caminhão, quer coisa mais difícil de fazer entretenimento com isso?”, questiona após exibir o já clássico comercial da marca com Jean Claude Van Damme.
    No campo educativo, até mesmo uma marca pode se adequar. “Claro que é muito mais difícil, a não ser que você seja de fato uma universidade”, diz.
    Mas a profissional exibe um case de British Airways que desenvolveu para os internautas, em forma de vídeo, uma espécie de guia de viagens interativo.
    Já quando o assunto é utilidade, ela cita o vídeo de McDonald’s feito para esclarecer por que o lanche servido nos restaurantes é diferente daquele que aparece na publicidade.
    “É uma utilidade porque as pessoas querem de fato saber isso. É muito corajoso quando a marca resolve conversar”, explica.
    Depois de descobrir a vocação, é preciso pensar no segundo passo: não impor seu conteúdo.
    “As pessoas não querem gente atrapalhando o que elas estão fazendo”, analisa.
    Mas como fazer isso? Ela cita o case do banco TD Canada Trust que transformou os caixas eletrônicos em Automated Thanking Machines, num trocadilho com o termo Automated Teller Machine (ATM).
    Ou seja, a agência Leo Burnett Toronto fez com que o caixa eletrônico do banco agradecesse os clientes de diversas formas, desde dinheiro a passagens de avião para ver um ente querido.
    A ação emocionou milhões de internautas em todo o mundo. “Eu ainda me seguro para não chorar toda vez que assisto. Quem é que não quer interagir com uma marca assim?”, pergunta.
    Neste case, explica Alexandra, é preciso observar a sensibilidade da marca de entender o quanto isso é especial para o cliente do banco e também para quem está vendo no YouTube.
    O terceiro passo é abrir espaço para amplificação. “As pessoas que estão no YouTube são criativas. Há um universo de pessoas com tempo e vontade para contribuir com essa comunidade. Abra espaço para que ela contribua”.
    Exemplos? A Virgin America convocou talentosos dançarinos que faziam sucesso no YouTube e selecionou alguns dos melhores para estrelarem seu vídeo de segurança.
    Isso mesmo, um vídeo de segurança de uma companhia aérea com dançarinos convocados pelo YouTube.
    O quarto e último passo é estar sempre presente quando as pessoas demandarem.
    “As pessoas não querem esperar até as 10 horas para ver Mad Men, por exemplo. Você pega um fim de semana e vê uma temporada inteira”, exemplifica citando o caso da Netflix.
    Alexandra, aliás, menciona também os casos do Waze e do 99Taxis. São apps e serviços que estão lá quando o consumidor necessita e é isso que a sua marca precisa pensar.
    Fonte: http://goo.gl/J6y7tJ.

    Facebook desenvolve aplicativo para compartilhar em segredo



    O Facebook estaria preparando um aplicativo para dispositivos móveis com a finalidade de “micro-compartilhar” informações aos amigos próximos e familiares.
    Com o codinome “Moments”, o novo app terá como função compartilhamento seletivo (privado) muito mais rápido do que acontece atualmente no Facebook (que foca mais no contato do que na audiência), segundo o site americano Tech Crunch.
    Fontes ligadas ao desenvolvimento do app afirmaram ao veículo que o produto ainda está sendo testado pelos empregados do Facebook. O nome Moments ainda é provisório e pode ser alterado.
    O novo aplicativo da companhia capitaneada pelo presidente-executivo Mark Zuckerberg, imita o Cluster, um app que deixa as pessoas criarem um “espaço salvo” para compartilhar conteúdo com pequenos grupos como família, melhor amigo, colegas de escola e trabalho.
    Fonte: http://goo.gl/FiQM0Q.